Ruídos na transmissão: veja algumas causas

A transmissão do câmbio é a principal responsável por garantir a condução de movimentos do câmbio ao motor. Atualmente, um grande problema tem ocorrido com a transmissão automática, principalmente, nos carros modernos. Você sabe o porquê que, em algumas situações, há trancos no câmbio? Entenda os motivos.

Se o seu carro costuma fazer ruídos ao usar o câmbio ou alguns trancos, é melhor se preocupar. Existem diversas razões pelas quais sua transmissão emite um ruído. Economizar tempo e dinheiro é um dos principais objetivos para você entender os motivos desses trancos.

O nível de fluido é importante para a lubrificação da transmissão. Por isso, sempre verifique o fluido e o quão velho possa estar. Para você identificar se o fluido está de acordo, observe sua cor, já que ele deve ter uma cor translúcida e clara. Talvez seja necessário um flush de câmbio, que é um procedimento de limpeza.

A regulação de sensores pode criar diversos problemas para a transmissão, já que, quando não estão regulados corretamente, os sensores podem enviar informações sobre velocidade incorreta para o veículo e assim, provocar os ruídos e os trancos. Procure uma oficina para realizar um diagnóstico através de um scanner apropriado, pois a simples regulagem pode resolver o problema.

A transmissão possui vários elementos mecânicos, tais como, molas, engrenagens e correias. Todas estas peças são fundamentais para garantir o correto funcionamento. Basta um simples defeito em uma dessas peças para provocar o tranco e os temíveis ruídos. Se isso estiver acontecendo com você, o procedimento será a remoção completa da transmissão para que possa ser feito a manutenção devida. No entanto, você ficará alguns dias sem carro, mas é para um bem maior. Algum mecânico, talvez, tente resolver o problema de uma forma mais barata, colocando um fluido velho ou uma transmissão desregulada.

Os ruídos podem ser causados, também, se os suportes da transmissão ficarem soltos ou se quebrarem. Toda vez que você fizer uma mudança repentina de velocidade, você perceberá os trancos. Um mecânico de confiança pode verificar se o problema será resolvido como uma inspeção normal do veículo. Ele vai analisar peça por peça da sua transmissão e determinar a melhor solução. Já que cada tipo de carro tem suas características na transmissão de fábrica.

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Mas vale lembrar que, você pode estar ouvindo ruídos e barulhos, e achar que está vindo da transmissão, quando, na verdade, o ruído está surgindo das peças adjacentes ao sistema e que não está funcionando corretamente. Então, a melhor dica para todos esses casos: converse com o seu melhor amigo, o mecânico.

Problemas na transmissão são muito comuns, atualmente, devido ao grande aumento de sensores e peças novas inseridas ao sistema automático das transmissões. Várias oficinas e seus mecânicos estão se atualizando para os novos problemas que, a cada dia, vem surgindo. O ideal é sempre estar atento e fazer uma manutenção correta e preventiva.

Antes de qualquer problema, leve seu carro, periodicamente, a oficina e agende uma revisão completa. Essas atitudes parecem simples, mas podem evitar grandes prejuízos posteriores. É ideal que todo o motorista conheça o seu carro e o seu sistema de transmissão, pois nada melhor do que o próprio proprietário informar ao mecânico sobre os sinais e os sintomas relatados aqui, como os ruídos, por exemplo.

Dessa forma, o motorista pode prolongar a vida útil do seu automóvel e conseguir sanar problemas que, se demorassem mais para serem resolvidos, se tornariam ainda maiores. Há diversos sites na internet que podem te ajudar a identificar melhor os sintomas.

Toda ajuda é bem-vinda, aliás, você é o mais interessado em se manter informado quanto ao seu carro.

Peças genuínas ou paralelas? Custos e benefícios

Você consegue identificar uma peça genuína de uma falsa? Muitos motoristas podem cometer erros gravíssimos ao optar por uma falsa por ser mais barata, mas o que pode sair barato hoje pode custar caro amanhã. Por isso, se você tem dúvidas ou não sabe responder, nós vamos te explicar todos os detalhes nesse artigo.

O funcionamento de uma peça falsa é, basicamente, o mesmo em relação a original. Mas alguns pequenos detalhes podem te indicar se o carro vai ter um bom funcionamento ou não. Segundo os especialistas, as peças genuínas são melhores alternativas e opções. Mas, algumas peças originais com versões diferentes podem vir para corrigir alguma falha. Ou seja, vai depender de uma série de fatores que podem determinar as principais diferenças do funcionamento.

Uma das principais razões será a finalidade da peça, qual será o objetivo da peça no veículo e qual é a sua função. É importante saber o que as peças farão no veículo. Somente dessa forma, você poderá definir se uma peça é original ou não, conhecendo-as.

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O fabricante da peça também é fundamental ser conhecido. A internet possibilitou a aproximação dos contatos e, assim, você poderá relatar algumas características do produto e entender da melhor maneira possível.

A emergência com que se quer a peça também é um fator que influencia as diferenças entre uma peça genuína ou não., pois, muita gente opta pela mais barata e isso pode ser um grande erro, já que as peças não são originais.

A melhora no desempenho é um fator importante e que muitos motoristas sempre estão em busca. Para isso, é preciso saber: melhora no desempenho significa pagar mais caro.

As peças genuínas são originais do veículo, nunca sofreram modificação ou alteração física ou de estrutura. Geralmente, encontramos tais peças nas concessionárias e sempre são usadas na troca de peças quando o veículo está na garantia. As peças falsas são ilegais e criadas por empresários que, intencionalmente, desejam lucrar de forma errada, usando uma marca e o nome de uma empresa, porém, não proporcionando a mesma qualidade. Além desses tipos, temos a paralela que são peças genéricas ou alternativas, fabricada por diversas empresas e com custo reduzido.

A qualidade dessas peças variam muito de fabricante para fabricante. O desenvolvimento e a pesquisa de uma peça exige muita pesquisa e anos de dedicação. Uma empresa pode fabricar muito bem uma peça específica e muito mal em outra.

Quando você, motorista, comprar uma peça sempre pesquise sobre o nome da marca e sua reputação, pois uma simples pesquisa pode te salvar de uma encrenca. Mesmo que, economicamente, viáveis, as peças falsas podem causar danos irreversíveis ao seu veículo e, depois, não vai adiantar procurar as oficinas na tentativa de recuperar seu carro.

Claro que vai depender do quanto você conhece o fabricante. Se você realmente sabe da reputação de uma determinada marca de peças paralelas e confia na qualidade dos produtos, então você vai fazer uma boa economia ao adquiri-las.

Porém, se os produtos paralelos lhe deixam com dúvidas, não hesite em comprar peças originais, pois como diz o ditado, muitas vezes o barato realmente sai caro. Para realizar a troca das peças e manutenções, leve o carro no seu mecânico de confiança, ele poderá ajudar a escolher as melhores peças.

O melhor a fazer é sempre pesquisar e, quando possível, converse com um profissional sobre suas dúvidas. Afinal, nunca é demais perguntar, se interessar, correr atrás. Isso pode te ajudar a evitar percas significativas de dinheiro.

Mas sempre fique com um pé atrás de preços muito abaixo do mercado, pois podem ser peças de qualidade suspeita. Boa compra e ótima pesquisa.

Scanner automotivo: entenda um pouco mais

scanner automotivo

Você já ouviu falar sobre o scanner automotivo? Sabe quando seu carro dá algum defeito e você leva na oficina, o mecânico logo diz que vai precisar do scanner? Pois bem, vamos falar sobre este recurso e como ele funciona.

Todo motorista, provavelmente, já teve que levar seu carro pra verificar sobre qualquer problema, por exemplo, o marcador de velocidade não está funcionando mais. O mecânico, com certeza, vai cobrar um valor pelo uso do scanner automotivo, claro que se você optar por não fazer o reparo com ele. Até aí tudo bem, mas o que seria incorreto é o mecânico cobrar o uso do scanner e o reparo em um mesmo serviço, já que em um estará incluso o preço do outro e você vai acabar pagando duas vezes o mesmo valor pelo recurso usado. Mas se o mecânico cobrar pelo serviço, mesmo que você não faça o reparo, não reclame e vou te dizer o porque.

Conectar o veículo no aparelho, o tempo gasto e o recurso usado geram custos e por isso, mesmo que você não faça o reparo, deve ser pago. O seu carro ocupou tempo e espaço na oficina, além de ter uma pessoa cuidando do seu carro durante aquele período. Quando o scanner apontar falhas e códigos de erros, o mecânico deverá verificar o que está ocorrendo, abrindo o capô, levantando o veículo e confirmando os possíveis erros. Então, não é só conectar os fios e tudo certo.

Aliás, desconfie de oficinas que dizem oferecer o serviço gratuitamente. É quase certo que, ao passar o scanner, alguma coisa indique errado.

No geral, sempre tente passar o scanner completo no carro e não somente em locais específicos. O scanner é somente uma etapa do processo, pois existem diversas outras etapas que fazem parte do serviço. Mesmo levando horas, é melhor sentar, esperar e sair da oficina com o problema resolvido.

Claro que o preço cobrado não é tão barato assim, já que os melhores mecânicos estão com os scanner automáticos mais modernos e precisos. Além disso, eles estão cobrando por hora usada no veículo. Por isso, o preço vai ser um tanto salgado e vai variar bastante.

Se o resultado do serviço apresentar um problema simples, nada muito difícil de resolver, o valor a ser pago será, em média, 10% de um salário mínimo. Mas se o problema for mais complexo e mais demorado para se resolver, pode ser que o valor pago seja muito superar a um salário mínimo, dependendo do veículo.

Os problemas que vão e desaparecer depois podem ficar registrados na memória do scanner sobre um determinado veículo. Mas o mecânico vai simular cada erro e falha para garantir que realmente existe um problema e não é somente um problema salvo na memória do scanner. Os testes comumente feitos nesse tipo de serviço é enviar sinais a um determinado sensor do carro e verificar se o sensor emite uma resposta ao scanner. Você já  percebeu que a complexidade no uso desses scanner podem resolver qualquer problema do seu veículo? Por isso, os valores pagos podem ser muito maiores do que 25% de um salário mínimo.

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Se você ainda continua achando que o scanner automático não resolve nenhum problema e a oficina está apenas enrolando, talvez seja melhor você pesquisar mais a fundo. Então, já sabe, ao levar o seu carro na oficina e, se necessário, o mecânico tiver de fazer uso do scanner automático, você deverá pagar pelo diagnóstico e tem a opção de realizar o reparo ou não. Você pode levar o seu carro para outro local ou mecânico, ou até mesmo, fazer o reparo por conta própria. Mas o ideal é sempre realizar no mesmo local em que fizer o diagnóstico. Lembre-se, você pode economizar muito mais do que dinheiro…